
Um discurso forte do Modernismo era o universalismo. Pregava-se que a cidade deveria corresponder ao homem universal, e condenava-se qualquer tipo de regionalismo ou historicismo na arquitetura. Os metabolistas não abandonaram seus traços regionais por completo. A tradição poderia ser um ponto de partida, podendo ser desenvolvida ao se enfrentar os seus erros, usando-a assim como catalisador de novas idéias. Isso pode ser observado em obras como o sistema urbano “cachos no ar” de Arata Isozaki. Baseia-se na construção do tradicional pagode, onde um poste central apóia suportes em balanço que sustentam o telhado. Em oposição ao historicismo, as formas só fazem lembrar o seu uso prévio depois de vistas a funcionar no seu contexto atual.
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